Categoria: Footjob
Autor: proprietário do blog








Eu tinha uma consulta marcada com minha dentista naquela tarde. Cheguei na hora marcada, mas ela estava atrasada. Na sala de espera, nao pude deixar de reparar num cara que estava impaciente com a demora no atendimento de outro profissional com quem ele tinha marcado consulta. Afinal já eram quase 15h e ele entraria no trabalho as 16h. Moreno alto, forte e másculo, ele devia ter em torno de 1,80m de altura e estava calçando um sapato social preto que, pelo tamanho, devia ser no mínimo 44 ou 45.Fiquei com tesão só de imaginar o pezão que estaria dentro daquele sapato. Nem pude ficar muito tempo reparando nele, pois logo minha dentista chegou e fui chamado a entrar no consultório.

Terminada a consulta, me dirigi ao estacionamento da clínica para pegar meu carro. Lá chegando, havia dois outros carros trancando a saída do meu e o manobrista havia faltado. Bom, eu teria que aguardar um pouco. Para minha surpresa, o cara em quem eu havia reparado na sala de espera me aparece e começa a puxar assunto. Ele ainda estava esperando atendimento. Descobri então que ele trabalhava como caixa de um supermercado de um shopping perto de onde estávamos. Aí conversa vai, conversa vem e de repente ele me vem com essa:

- Cara, te achei muito massa.

Fiquei supreso. Jamais imaginei que ele curtisse caras e, da mesma forma, nunca esperaria receber uma direta dessas num estaciomento de uma clínica. Então, eu respondi:

- Obrigado

Foi aí que fomos interrompidos por uma funcionária da clínica que o chamava, pois havia chegado a hora de ele ser atendido. Ele, então, continuou:

- Você pode me esperar?

- Posso - respondi.

Eu não teria mais nenhum outro compromisso naquela tarde. Enquanto esperava por ele, meu carro ficou livre e pude retirá-lo do estacionamento. Fiquei dentro do carro, aguardando o cara sair da clinica. Quando ele saiu, buzinei pra ele e ele veio na minha direção. Foi aí que ele disse:

- Cara, não acredito que você me esperou. Poxa, acho que vou chegar atrasado no trabalho.

- Você que carona? - Perguntei.

- Vou querer sim, cara. - ele respondeu.

No caminho até o trabalho dele, nos apresentamos um para o outro. Ele se chamava Carlos. Ele, então, começou a dizer que havia reparado em mim desde a hora que eu entrei na clínica e que estava a fim de me conhcer melhor e tal. Eu logicamente, concordei. Chegando no shopping onde ele trabalhava, estacionei o carro e trocamos telefones. Só que antes de ele descer do carro, demos um beijo na boca. Não sou de perder tempo e, pelo visto, ele também não.

Depois disso, ficamos trocando mensagens de texto e ele me diz que estaria de folga no dia de seguinte. Marquei com ele, depois do meu horário de trabalho e ele topou.

No dia seguinte, fui apanha-lo no local e hora combinados e seguimos direto para um motel. Lá chegando começamos a trocar uns amassos com muita vontade. Tirei a roupa e os sapatos dele. Poxa que pezão...melhor do que eu havia imaginado. De fato era um par 44 legítimo, solas largas e com um leve cheiro de chulé de macho. Lambi aquelas solas do calacanhar a dedão por várias vezes. Depois chupei cada dedo, arrancando dele gemidos de prazer.

Levei aqueles pezoes até o meu pau, que ja estava duraço e babando. Caraca, que delicia sentir aquelas solas largas de macho apertando meu pau. Já quase explodindo de tesão, deitei o cara de bruços, fui pra cima dele e comecei a meter naquela bunda gostosa e lisinha. Caraca que cuzinho gostoso... Passamos um bom tempo nisso até que eu gozei e ele gozou logo em seguida. Depois disso, deitamos bem juntinho e ficamos nos beijando. Encontro mais que perfeito... Ainda tivemos mais um encontro depois desse, mas isso é assunto para um outro conto.