Podólatra conta experiência sexual em restaurante no centro do Rio
[por Bob S.]

Entrevistado: Jorge, 26 anos, 1,85m, 88 kgs, moreno claro, cabelos negros lisos, um verdadeiro tipo urso. Forte e bonitão, mora na Tijuca, zona norte do Rio, trabalha numa agência de publicidade.






-Como você se iniciou na podolatria?
Sempre senti tesão em homem, e na adolescência, havia aquelas rodas-de-punheta. Uma vez, eu estava sentado, de frente pra um amigo, e nos masturbávamos, olhando uma revista pornô sobre a minha cama. De repente, ele se ajeitou de uma maneira, que meu pé acabou ficando entre as suas pernas, tocando a coxa, e esbarrando no pau dele. Quando assustei, esfregou o pica dele no meu pé, e eu adorei sentir a pica dele dura no pé.

- E o que você fez? Deixou ele sarrar o teu pé?
Isso foi só o inicio, depois fui eu que comecei a acariciar o cacete dele com os pés. Ele foi ficando cada vez mais excitado, até que gozou sobre eles. Eu gozei junto, me masturbando.

- E qual foi o impacto dessa experiência na sua vida?
Foi como uma revelação, eu fiquei eletrizado. Mesmo horas depois, ainda sentia aquela energia, na sola dos meus pés, subindo pelas minhas pernas e indo até o meu sexo, que estava em brasa.

- Atualmente como você curte transar com um cara?
Eu gosto de homens masculinos, de pés grandes e largos. Curto fazer uma massagem gostosa neles, depois beijar e lamber muito uma das solas. Enquanto isso, ponho o outro pé dele sobre o meu sexo, e também acaricio o cacete dele, com meus pés, até nós dois gozarmos.

- E os caras chegam ao orgasmo só com esse tipo de carícia?
Os fetichistas sim, pois quando conseguem realizar sua fantasia, ficam tão excitados, que gozam rapidinho. Tanto eu quanto eles, temos que nos controlar, para não termos uma ejaculação precoce.

- Você poderia nos contar uma grande aventura sua com de fetiche de pés?
Sim posso. Uma vez conheci um cara na net (um bom local de azaração). Ele disse que era hétero, noivo, mas só curtia pés masculinos. Nós marcamos de nos encontrar no centro do Rio.

- Como era ele?
Masculino, uns 28 anos, corpo bonito, cabelo castanho, cortado curto. Um tipo totalmente sem pinta, e na rua, se passava alguma mulher bonita, ele olhava. Não achei que era pra fazer charme, ele realmente parecia curtir mulheres.

- Aonde você foram?
A princípio ele disse que poderia ser no seu escritório, pois ficava vazio à tarde. Achei a idéia ótima, adoro transar em lugares não convencionais. Nos encaminhávamos para lá mas... acabou não sendo no escritório...

- Porque não foi lá?
Eu estava morrendo de fome, e pedi que fôssemos comer algo antes. Havia uma rua cheia de bons restaurantes, e ele não entendeu por que eu fiquei escolhendo tanto. Até que encontrei o que queria.

- O que você buscava?
Um restaurante com toalhas muito longas, em cima das mesas, e com aqueles enormes guardanapos de pano...

- Para que você desejava isso?
Nos sentamos, escolhi a comida, ele pediu algo também, meio contrariado, pois queria estar no escritório transando. Sem avisar nada, tirei o meu pé do sapato, e comecei a cutucar o cacete dele, por debaixo de mesa. Você não imagina a cara de susto que ele fez, seguida de uma expressão maliciosa de felicidade, tipo “ahh! Agora sim ”. (risos)

- O que você fez em seguida?
Eu olhei bem para ele, abri o guardanapo, pus sobre o colo e disse “faça o mesmo”. Ele obedeceu, em seguida, eu disse “põe pra fora ”. Ele abriu a braguilha, e eu comecei a massagear a pica dele, com o pé, por fora da calça.

- Mas não era perigoso vocês serem flagrados ali?
Impossível, a toalha era imensa, ia quase até o chão, e havia um guardanapo pobre o colo, para disfarçar mais ainda.

- O restaurante estava cheio?
Não estava superlotado, mas cheio, pois era hora do almoço. Mas nós sentamos num canto, então, atrás dele havia uma parede, do meu lado direito havia também uma parede. Só havia gente atrás de mim, ou do meu lado esquerdo.

- E qual era e sensação desse tipo de sexo?
Eu nunca havia transado com ele antes, e descobri a piroca dele só ali, naquela hora, com os pés, sem ver nada. Comia minha refeição, sem dizer uma palavra, olhava para os olhos dele, e por debaixo da mesa sentia a pica quente e dura, daquele macho, no meu pé.

- Poderia descrever o sexo dele sem ter visto?
Tranqüilamente. Deveria ter uns 18 cm, era grosso, pouca pele, cabeçudo, muito duro e retinho, do jeito que eu gosto.

- Não teve medo de ser descoberto? De alguém notar?
Nem me passou pela cabeça, muito pelo contrário, senti um prazer perverso e debochado, de estar ali fudendo na frente de todos, sem que ninguém soubesse.

- E ele chegou ao orgasmo?
Claro que sim, e foi uma puta gozada, encheu meu pé de leite!

- Gozou na frente de todos? Não deu bandeira?
Ele tomava uma sopa, nunca vou esquecer, pôs a colher na boca e fechou rapidamente os olhos, enquanto eu sentia o cacete dele latejar e cuspir porra quente, lá em baixo.

- Mas ele não se sujou todo com isso?
E aquele guardanapo enorme sobre a rola, servia para o que? Limpou direitinho a caceta com ele.

- E você, acabou sem orgasmo?
Como não? Depois que ele gozou, foi a minha vez.

- Então ele fez o mesmo com você?
Fez, e muito bem feito, ele sabe tocar um caralho com os pés gostoso.

- E qual era a sensação para você, de ser tocado no sexo, ali naquele local?
Eu olhava para o rosto dele, que sorria bem sacana-filho-da-puta. Enquanto isso com os pés ,acariciava com ritmo e intensidade, meu pau, fora da cueca.

- Como foi o seu orgasmo?
Eu senti que iria gozar, e fiz uma cena: abri um botão da camisa, passei a mão na testa e suspirei fundo. Precisava ver a cara de puto safado que ele fez, feliz da vida com minha porra no pé.

- Mas esse almoço deve ter durado muito tempo, para vocês dois poderem gozar não é mesmo?
Não, como já disse: fetichista goza rápido, ainda mais numa situação daquelas, com muita adrenalina no sangue, foi tudo rápido.
- Depois disso o que fizeram?
Saímos do restaurante, como se nada houvesse acontecido, e cada um tomou seu rumo, mas com os pés melados dentro dos sapatos ( risos)

- Você ainda se encontra com ele?
De vez em quando, mas ele se casou logo em seguida, e agora é mais difícil, pois a esposa fica no pé dele, ups! Que trocadilho!

Fonte:


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