Categoria: Foot worship






Vocês nem imaginam o que me aconteceu ontem...

Mais um longo dia de trabalho me esperava. Aquele corre-corre do pessoal do planejamento já estava me estressando. Fim de mês, e ainda faltava um monte de coisas pra terminar. Mas, tudo bem. Apesar de estar de saco cheio do trabalho, estava ganhando muito bem e não imaginava sair de lá por nada. Principalmente porque lá as meias e sapatos sociais eram peças obrigatórias. Aí já se via as variações: meias brancas, pretas, azuis, marrons... Era um paraíso. Muitas vezes, eu tinha de parar o trabalho para bater uma no banheiro, pra me acalmar. Tinha coisa melhor?

Tinha até um colega meu de trabalho, o Mauricio, que tinha uma mania de tirar os sapatos enquanto trabalhava. Como eu trabalhava em uma mesa de frente para ele, vez por outra eu ficava observando aqueles pés envolvidos em meias sociais, se esfregando, se espreguiçando... ah, eu daria tudo para dar uma cheirada naqueles sapatos, naquelas meias...

Teve até um dia que eu consegui roubar as meias dele. Ele estava muito apressado para um compromisso com a noiva depois do trabalho que resolveu tomar banho no banheiro da empresa. Inventei de fazer hora-extra só pra ter a oportunidade de poder cheirar aquelas meias e aquelesa sapatos. Enquanto ele tomava banho, eu fui correndo pra debaixo da mesa, e cheirava aquelas meias azuis-escuras. Que cheiro gostoso! Aquele cheiro que estava nas meias vinha dos dedos de Mauricio. Eu aproveitei a oportunidade e meti o nariz dentro daquelas palmilhas daquele par de sapatos Kildare. Nossa, Kildare sempre deixa aquele cheiro bem caracteristico, que me da um tesão da porra. Não tive dúvidas: peguei as meias dele e enfiei no bolso do paletó. Ele tava tão apressado que nem se lembrou que tinha vindo de meias. Calçou os sapatos sem meias mesmo e foi embora ao encontro com a noiva... E eu tive várias noites com aquelas meias na minha cara, como eu viva cheirando aquela essência de dedos dos pés de um macho como Maurício (másculo, moreno-claro, olhos castanho-claros, cabelos pretos estilo militar; aparentava ser uma pessoa assustadora de longe, metia medo pela masculinidade, mas na realidade era um classudo e muito educado). Ah, aqueles pés... não eram lá tão grandes (calçava 40/41), mas se ele me permitisse, eu ia me divertir muito com aqueles pés...

Pois bem, o dia foi longo, mas nao foi suficiente. Estávamos na sala, todos os outros funcionários já haviam largado, mas ainda assim o dia não foi suficiente para terminarmos a planilha de orçamento do mês. Comprei comida chinesa e alguns cigarros a mais, e ficamos lá.

- Putz, cara. Tô um caco. Tô acabado. Que dia chato! E essa porra dessa
planilha parece que não tem fim! - Dizia Maurício. - To estressado demais!

- Calma, rapaz! Já avançamos muito, falta pouco!

- Você sempre com esse seu otimismo. Olha só o que falta ainda!

- Para de reclamar, cara, e vamos terminar isso logo!

- Eu não tô aguentando olhar mais pra essa planilha. Vou fumar um cigarro.
Enquanto eu continuava trabalhando na planilha, Mauricio colocou os pés, ainda calçados naqueles sapatos tipo Kildare de couro preto, em cima da mesa, enquanto dava a primeira baforada.

- Ah... que delícia... pelo menos assim eu posso relaxar um pouco. Bem que eu queria tirar os sapatos agora, mas acho que você ia morrer com o chulé.

- Ah, cara, deixa disso, você está estressado, eu não ligo pra isso, pode tirar. - Na hora, meu pau já comecou a subir. Imaginei como estariam naqueles sapatos o dia inteiro.

- Então tá. Eu perguntei, hein!? Não me responsabilizo.

- Qualé, cara. Eu já te disse: relaxa. Relaxa mesmo.

- RELAXAR MESMO, como eu queria, não dá. Infelizmente.

- E como é seu "relaxar mesmo"?

- Ah, você sabe, um vinho, uma cadeira confortável, uma massagem nos pés...

Me veio a sensação de oportunidade. Engoli em seco e soltei de uma vez só:
- Escuta, cara, eu não posso arrumar nem vinho, nem uma cadeira confortável. Mas a massagem nos pés eu posso de arrumar.

- Cê tá de onda. Tá um chulé da porra!

- Coisa de amigo.

- Então tá! Vem então!

Ele já ia ameaçar tirar os sapatos, quando eu peguei no pé dele.

- Relaxa mesmo, cara. Deixa q eu tiro.

- Você é doido. Mas, valeu assim mesmo.

Que sensação maravilhosa de tirar aqueles sapatos. Que vontade de cair de boca naquele couro todo, de enfiar o nariz dentro dos sapatos e naqueles dedos longos. Quanto tirei o sapato, ainda disfarcei e tentei aspirar o máximo, bem gostoso, discretamente.

- E aí? Como tá o chulé?

- Eu gosto. - Na hora, eu não havia parado pra pensar no que eu acabara de ter falado.

- O que!?!?!? Você gosta!?!?!?

- Er... eu não quis dizer isso...

- Que nada cara! Eu ouvi você dizer claramente! Você gosta de cheirar chulé é?

- Gosto. Pronto. - Agora a merda já estava feita, não adiantava mais disfarçar.

- Era de estranhar mesmo, um cara querer fazer massagem no pé de outro, assim, sem ganhar nada. Bem, se você gosta, então cheira aí. Mas fazendo a massagem que você prometeu, viu? - Ele falava isso com um sorrisinho sarcástico, como se tirasse onda e queria se aproveitar da situação.
Na mesma hora, eu cheirei de verdade aqueles sapatos. E como cheirava. Aquele suor todo, ainda estava meio úmido. Ah, se eu pudesse encolher e ficar ali dentro daqueles sapatos por um tempão... Acabei passando a língua dentro do sapato, lambendo as laterais e a palmilha. Ele ficava só rindo, dizendo coisas do tipo : "doido", "louco", "sem noção", "inacreditável"... passei para o outro sapato, e lambi com total prazer. Lambia cada parte, até a parte de dentro da língua do sapato eu não deixei escapar. Maurício me cutucou com os pés.

- Ei... vai ficar aí só cheirando meu sapato é? E a massagem? Vamos!
Na hora, comecei a massagear o pé esquerdo, e ao mesmo tempo passava o nariz naquela sola direita. Ele acabou se empolgando com a situação, e parecia estar gostando de passar o pé na minha cara. Aquelas meias pretas estavam me deixando doido. Dava para ver, na sola, a marca "CK", impresso em letras brancas.

- Olha, beija bem aqui em cima da marca. Beija gostoso viu?
Eu passava a beijar a marca da meia dele. Ele estava curtindo muito o negócio. Fora as meias sociais, a calça social, a gravata vermelha e a camisa azul-escura, enfim, todo o conjunto da obra estava me dando sensações que eu jamais pensei que pudesse sentir. Eu estava com os pés de Mauricio na minha cara. Eu estava cheirando os pés de Maurício. Eu estava com o meu nariz no chulé de Maurício. E que chulé.
Comecei a beijar o calcanhar. Os pés dele, de repente, me pareceram maiores, pois enquanto eu beijava o calcanhar, eu olhava para cima e via o restante do pé passando sobre a minha cabeça.

- Tá, chega. Agora deita no chão que eu quero uma massagem diferente. Bota a língua pra fora.

Deitei-me no chão e ele usou meu nariz e minha lingua como massageadores. Que sensação maravilhosa! Ele também gemia, como se estivesse realmente relaxando. Vi que ele também estava excitado, enquanto passeava seus pés em minha cara. Ele puxava fôlego de um jeito tão masculo, enquanto roçava os pés no meu nariz. De vez em quando, ele colocava meu nariz entre seus dedos e sacudia, e o chulé ficava mais evidente.

De repente, ele comecou a fazer um jogo comigo que me excitou. Ficou em pé, e colocava o pé em cima da minha cara, mas sem tocar, enquanto eu olhava fixamente nos olhos dele. Parecia um gigante vindo me pisar. Ele ameaçava dar um pisão, mas na hora, ele fazia um carinho na minha cara. E eu sentia aquela meia passando nas minhas bochechas. Sentou-se.

- Continue. Deixe que eu faço o restante da planilha. Você fica aí, cheirando e lambendo meus pés, enquanto eu trabalho mais relaxado e, com certeza, vou produzir muito mais. Que delicia. Assim valia a pena ganhar hora extra.


Continua...

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