Categoria: Podolatria + BDSM






Era mais um fatídico dia de trabalho. Eu, como sempre, para distrair a cabeça e passar o tempo mais rápido, saía da rotina paquerando os pés do meu chefe. Aqueles pezões tamanho 43, envoltos em meias pretas e sapatos marrom-escuro, do tipo mocassim.

Uma cena que jamais esquecerei foi quando eu o vi com uma cara de estressado, e o chamei para um happy hour depois do expediente... Nós saímos para um bar para bater um papo, bebida vai, bebida vem, tive a coragem de pegar o seu pé por debaixo da mesa e comecei a massagear os pés dele... ainda bem que o bar estava vazio, pois assim pude curtir com calma todo aquele momento. Obviamente como ele também estava bêbado não recusou a massagem que eu lhe oferecia, e também não reparava o meu pau duro de tanto estar com aqueles pés com cheiro delicioso de dia trabalhado em minhas mãos. Muitos meses depois, ele de vez em quando passava pela minha mesa e falava:

“Poxa, nunca mais ninguém fez uma massagem daquelas que você fez no meu pé...”

Eu ficava super envergonhado, mas mesmo assim achava aquilo excitante. Pois bem, eu estava paquerando aqueles pezões dentro dos sapatos e ficava imaginando o cheiro que não deveria estar lá dentro. Ah, como eu daria tudo pra estar ali, embaixo da mesa, sendo o apoio para que ele pudesse tirar os sapatos e descansar seus pés na minha cara... Sempre bati altas punhetas pensando naqueles pezões, de tudo quanto foi jeito.Mas Cláudio reparou que neste dia eu estava muito ligadão nos pés dele. Disse que ia ficar até mais tarde no trabalho (geralmente ele saia mais cedo do que eu, pois eu cobria o turno da tarde e metade da noite). Tudo bem, quando ele me pediu que eu fosse buscar umas impressões que ele dizia ter providenciado durante o dia, mas havia esquecido no andar de cima. Prontamente, fui buscá-las. O andar estava escuro, pois o pessoal já havia largado e a sala era toda fechada. Neste andar era o único que imprimia com qualidade fotográfica. Mesmo assim, como não sabia onde ficava a porra do interruptor, saí tateando pela penumbra até achar as impressões que ele havia solicitado. Quando parei para ver o conteúdo da impressora, eram fotos. Mas fotos que eu nunca pensei que pudesse ter em minhas mãos. Fotos dos pés dele, como se tivessem sido tiradas de uma câmera digital, há pouco tempo atrás.

- E aí, gostou? - dizia uma voz que vinha da porta do andar. Era Cláudio, meu chefe. Fiquei mais envergonhado do que tudo.

- Como assim, se gostei das fotos?”

- É claro, porra! – dizia ele, rindo. – To te perguntando porque você passa as tardes secando meu pé, então resolvi te deixar essas fotos impressas pra você curtir...

- Você ta de sacanagem comigo... – respondi, logicamente adorando a situação, mas fazendo pose de “eu não sei do que você tá falando”.

- Tô não. Aliás, eu to afim de uma massagem agora. Vem cá. Sentou na cadeira do computador, como se fosse o cara mais importante do mundo.

- Pra debaixo da mesa, agora! – aquela voz autoritária me excitava. – vamos! Tire meus sapatos!

Prontamente obedeci. Aquela situação me deixou de pau duro na hora. Nunca pensei que pudesse ter acesso aos pés dele de uma forma mais íntima de quando foi no bar. Aqueles pezões estavam prontos para serem beijados, acariciados, cheirados, lambidos, e tudo o mais que ele me mandasse fazer. Era seu escravinho. Seu capacho particular. Finalmente.

- Ei, seu merdinha, cheira meu chulé! – Prontamente ele enfiou os dedos envolvidos nas meias sociais em minha cara. Suspirei, sentindo aquele cheirinho delicioso que me excitava.

– Isso, cheira bem os meus pés! Cheira que eu sou seu chefe, e você tem que fazer o que eu mando!

-Sim senhor, farei o que o Sr. Mandar! – dizia enquanto cheirava aqueles
solões; cheirava entre os dedos, e cheirava a sola toda, até o calcanhar.

Aquele cheiro envolvente me deixava louco. Eu cheirava cada vez mais.

- Tá bom, chega desse cheira-cheira. Quero que você beije meus pezões. Vamos!

Beijava aqueles pezões, sem deixar é claro de continuar cheirando. Beijava cada dedo, e ele passava o pé na minha cara com todo o direito que lhe possuía naquele momento. Começou a pisar na minha cara, e eu vislumbrava meu chefe de uma posição que jamais imaginaria. Ele, todo poderoso, pisando na minha cara, como se eu fosse um capacho.

- Agora abre bem a boca pra eu enfiar minhas meias aí dentro!

Eu abri bem a boca, ele colocava o pé, eu mordiscava a meia e ia puxando aos poucos, a meia pra fora. Ele ia fazendo este movimento repetidamente, até que a meia fosse puxada toda pra fora. Meu chefe, utilizando somente os pés, colocou as duas meias inteiras dentro da minha boca, e eu sentia o gosto dos seus pés no tecido.

- Isso, meu empregadinho de merda, é assim que gosto de ver você: abaixo de mim, cheirando e sentindo o gosto do meu chulé! Hahahahaha! – Ele não parava com o sarcasmo dele. Quando achava que ele não ia mais alem daquilo, tirou as meias da minha boca e pegou um dos seus sapatos.

- Acho que o chulé daqui dentro ta mais gostoso! Cheira! E vai dando uma
lambidinha na palmilha! – Obedeci, sentindo o gosto de chulé com couro. – E olha que eu usei esse sapato a semana todinha! Nossa, imagino o que você deve estar sentindo aí!

Enquanto ele me fazia cheirar e lamber a parte de dentro dos seus
sapatos, pisava na minha cabeça, pressionando meu nariz e minha língua cada vez para mais adentro dos sapatos dele.

- Ai chega! Cansei! Agora vamos a massagem que só você sabe fazer!

Enquanto massageava um pé, ele colocava o outro na minha cara. De vez em quando, ele permitia que eu olhasse seu rosto. Ele tinha um olhar sádico, como se tivesse realizando um sonho de ter um empregado, verdadeiramente, aos seus pés. E por sorte, esse empregadinho era eu. Dei um banho de língua nos dois pés, lambia tudo, sem deixar nada. E ele ainda fazia questão:

-Ei, lambe entre os dedos! Aí que eu gosto mesmo!

De vez em quando, meu chefe pegava minha língua com seus dedos e apertava, rindo muito, como se aquilo lhe fizesse um prazer inigualável.

- Ah, como é bom ter você aos meus pés! – Deu-me um leve chutinho com os pés no meu rosto. – Agora enxuga a lameira que você fez! Tive que usar meu uniforme de trabalho para enxugar os pés dele. Ele me fez calçar-lhe as meias, colocar os sapatos, sempre sem parar de beijar-lhe os pés.
Depois de calçado, ele me entregou as fotos novamente, e disse:

- Toma essas fotos e vai te punhetar no banheiro, que eu não quero que você mele o carpete do trabalho. Eu vou querer mais disso ouviu?

- Sim, claro, será sempre um prazer, Chefe!
- É bom que seja mesmo.

E saiu, caminhando para o trabalho normal, como se nada tivesse acontecido, me deixando ali no chão, apenas com suas lembranças e as fotos daqueles pés que jamais esquecerei.Outro dia, ele bateu no meu ombro e falou:

- Hoje vou fazer hora extra de novo. Você vai me ajudar, não é?

Ele sabia como me envergonhar na frente dos meus colegas de trabalho.

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