Categoria: Foot worship






Meu nome é Diogo, tenho 20 anos e a história que vou contar aconteceu há dois anos quando eu fazia o terceiro ano do Ensino Médio. Toda quarta-feira minha turma tinha aula de educação física nos dois últimos horários da manhã. Nosso professor se chamava Paulo, ele era loiro, olhos verdes, em torno de 35 anos, 1,85m e mais ou menos 80kg, corpo definido. Lembro que era março, ainda era verão, fizemos a aula normalmente e quando bateu o sinal para o final, fomos embora. Só que quando eu estava cruzando o portão, me lembrei que tinha deixado uma pasta importantíssima no pátio.

Quando cheguei lá, vi nosso professor sentado numa cadeira de pés descalços, mas com uma meia branca. Por sorte, a pasta estava do lado da cadeira e quando me abaixei, senti um cheiro forte de chulé vindo na minha direção. Como deu pra perceber, tenho atração por pés masculinos, principalmente aqueles bem fedidos. Senti meu pau endurecer dentro da bermuda, mas fui embora. Porém meu desejo estava prestes a se realizar.

Na quarta seguinte, Paulo foi vestido com uma bermuda preta, uma regata branca e um tênis preto de couro e sem meia! Putz, aí fiquei pensando o quanto não deviam estar "chulezentos" os pés dele. Nem conseguia prestar atenção no jogo de futebol só pra ver se ele ia tirar os tênis. Mas durante a aula, ele não tirava. Quando finalmente deu o sinal, fingi que ia embora junto com os outros, mas sem que ninguém percebesse voltei e vi o exato momento em que ele tirou os tênis.

Meu, aí que minha pica ficou a ponto de bala só de observar os pés do Paulo de longe. E eram bem tesudos. As unhas eram bem cortadinhas, os dedos um pouco compridos e a sola bem vermelhinha. Criei coragem e me aproximei. Ele perguntou o que eu fazia ali e eu menti que tinha ido comprar uma garrafa de água. Sentei-me no chão, bem próximo ao meu objeto de desejo, e comecei a puxar papo com meu professor.

Conversa vai, conversa vem, consegui entrar no assunto pés. Perguntei pra ele por que ele tirava os tênis no final da aula e ele respondeu que era para refrescar. Hesitei um pouco, mas perguntei se ele tinha chulé. Paulo riu e respondeu que sim, e muito. Dei um sorriso e perguntei se ele me deixaria cheirá-los. Paulo riu de mim, disse que só um louco cheiraria os pés dele, mas eu insisti tanto que ele acabou cedendo. Fez um sinal para que eu o seguisse até a sala de ginástica. Lá dentro, nós fizemos a festa.

Ele sentou-se num banco e mandou que eu gozasse bastante. O pé esquerdo ele colocou na minha cara, esfregava a sola nas minhas bochechas e brincava com o meu nariz com o dedão. Não resisti e dei uma lambida na sola, a parte que mais fedia. O pé direito dele estava no meu pau. Paulo subiu com ele desde o tornozelo, passando pelas coxas e metendo o pé bermuda adentro. Quanto mais aquele pé delicioso mexia ali, mais louco de prazer eu ficava. Nessa função toda, ele olhou no relógio e viu que teria uma aula dali a 10 minutos. Bom meu desejo estava realizado. Depois dessa, tive contato com muitos pés masculinos, mas nenhum teve a graça e o tesão que foi com meu professor.

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